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domingo, maio 26, 2013

Carimo promete abrir as portas da CNE


Em sua primeira declaração pública como chefe da CNE, Abdul Carimo na sexta-feira, afirmou: "É necessário imprimir uma maior dinâmica, uma maior abertura das portas da CNE, fazer com que os partidos se aproximem da CNE e não a vejam como um adversário político, porque ela está para fiscalizar os processo ".

Esta é uma mudança bem-vinda. O presidente anterior, João Leopoldo da Costa, foi frequentemente criticado por secretismo obsessivo e por ser inacessível


Fonte: Fonte: Boletim sobre o processo político em Moçambique - Número EA 4 - 26 de Maio de 2013

quinta-feira, maio 16, 2013

Os rostos da sociedade civil na CNE

Entretanto, ainda faltam as magistraturas do “Supremo” e “Ministério Público” indicarem, respectivamente, um juiz e um procurador para também integrarem o órgão.

Abdul Carimo, Rabia Valgy e Paulo Cuinica são os três rostos da chamada sociedade civil eleitos para integrarem a nova Comissão Nacional de Eleições (CNE). O religioso Sheik Abdul Carimo amealhou 159 votos do total de 175 possíveis; a jurista e vogal da CNE Rabia Valgy e o consultor Paulo Cuinica foram eleitos com 159 e 155 votos, respectivamente. A escolha aconteceu durante a sessão de ontem na Assembleia da República, num processo que envolvia 14 candidatos.

quarta-feira, maio 15, 2013

Abdul Carimo, Rabia Valigy e Paulo Cuinica representam sociedade civil na CNE

A Assembleia da República (AR), o parlamento moçambicano, elegeu hoje os três membros da sociedade civil para a Comissão Nacional de Eleições (CNE).
Abdul Carimo Nordine Sal, proposto pelo Centro de Estudos de Democracia e Desenvolvimento, angariou o maior número de votos dos deputados das bancadas da Frelimo e do Movimento Democrático de Moçambique (MDM).