Mais de metade dos automobilistas submetidos aos testes de alcoolemia na semana passada na cidade de Maputo acusaram positivo, segundo dados anunciados hoje pela Polícia da República de Moçambique (PRM).
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terça-feira, outubro 09, 2012
quinta-feira, setembro 08, 2011
Conduzir embriagado dá direito a cadeia
A partir do próximo dia 24
Excesso de velocidade pode valer à interdição definitiva de condução
Maputo (Canalmoz) - O novo código de estrada que entra em vigor a partir do próximo dia 24 de Setembro em curso endurece as medidas punitivas aos condutores que violam as regras de trânsito. Por exemplo, com o novo código, quem for encontrado a conduzir sob efeitos de álcool, recolhe imediatamente à prisão. Ler mais
quarta-feira, novembro 24, 2010
Condução sob efeito de álcool será sujeita à multa
O Código de Estrada revisto vai agravar os valores das multas, como forma de desencorajar os desmandos nas estradas e impor o melhoramento da sinalização rodoviária.
A condução sob efeito de álcool e outras substâncias que afectam o cérebro será sujeita ao pagamento de multa, de acordo com a proposta de autorização legislativa para a revisão do Código de Estrada, aprovada ontem, pelo parlamento. A referida proposta de autorização foi aprovada pelos votos das bancadas da Frelimo e Renamo, com voto “contra” do Movimento Democrático de Moçambique.
Até ao momento, a condução sob efeito de álcool é sancionada com apreensão da carta e proibição de condução por determinado tempo, mas, com o novo código, esta será considerada “uma contravenção com pena de natureza pecuniária”.
terça-feira, fevereiro 16, 2010
Malawi: Antiretrovirais usados fermentam bebidas alcoólicas
Quantidades não especificadas de antiretrovirais estão a ser desviadas, numa zona do Malawi, que faz fronteira com Moçambique, para a fermentação de bebidas alcoólicas tradicionais, anunciaram fontes oficiais citadas pela Rádio Moçambique.
Os fármacos são utilizados para destilar uma bebida caseira vulgarmente conhecida por “kachassu” e que é bastante apreciada e consumida no Malawi e em Moçambique.
As autoridades malawianas ligadas à área de prevenção e combate à SIDA já iniciaram uma investigações visando travar o fenómeno, tendo já recolhido algumas amostras da bebida para testes laboratoriais. Até ao momento, ninguém foi detido em conexão com o caso.
A proximidade geográfica da zona de Mulanje, no Malawi, com o distrito de Milange, na província da Zambézia, pressupõe que a destilação de bebidas tradicionais com antiretrovirais e o seu consumo seja extensivo ao território moçambicano.
Contactado sexta-feira pela Lusa, o director nacional de Saúde pública de Moçambique, Mouzinho Saíde, disse que o Ministério da Saúde ainda não tem informação oficial das autoridades malawianas sobre a venda dos antiretrovirais, mas manifestou-se preocupado com a comercialização naquela região fronteiriça.
Em algumas províncias de Moçambique, a aguardente, cujo teor alcoólico é superior a 40 graus, é consumido sobretudo por pessoas mais pobres. No Malawi, cerca de 250 mil pessoas beneficiam de tratamento antiretroviral gratuito, num universo de mais de um milhão de infectados por HIV, vírus que causa a SIDA.
Fonte: Diário de Notícias (aqui) edicão 1570 de 09.02.2010
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