domingo, setembro 01, 2019

Ecos da campanha eleitoral 2019

Vote no Nyusi porque é o único candidato que fala inglês e francês Filipe Paunde in Homer Wolf

Quando um político do nível de Filipe Paúnde diz coisas como estas, é porque ele sabe que o país está cheio de analfabetos políticos. Infelizmente essa é a realidade de Moçambique. Muitos dos que vimos nas caravanas de partidos políticos ontem e que vamos continuar a ver no resto dos 44 dias, são dos piores analfabetos políticos. Ouso em estimar que mais de 95% dos que estiveram nas caravanas com trajes partidários da cabeça aos pés, são analfabetos políticos. Esses confundem partidos políticos com as equipas de futebol que apoiam. Não sabem que se no futebol basta o grito deles no campo ou em frente da TV ou eventual pagamento de quotas, nos partidos políticos o membro deve contribuir no debate sobre políticas de educação, saúde, transporte e comunicação, agricultura, comércio, em suma as políticas de governação do seu partido. Um membro do partido conhece com profundeza o manifesto eleitoral do seu candidato e partido e não só. Este conhece os manifestos de outros candidatos e partidos porque só assim encontra a diferença entre os seus e dos outros. Se não acha alguma diferença então, ele exige que haja porque não havendo diferença, o seu partido corre o risco de perder membros e apoiantes para outros partidos.

Nota: 1) Aconselho calorosamente que todos com cartão de eleitor vão votar no dia 15 de Outubro. Mas esse voto deve ser um voto consciente. Vota-se pelo país em primeiro lugar.

2) Defendo e sempre defendi a reintrodução da disciplina de educação política para tirarmos muitos concidadãos do ANALFABETISMO POLÍTICO.

Ecos da campanha eleitoral 2019

Vote no Nyusi porque é o único candidato que fala inglês e francês Filipe Paunde in Homer Wolf

Quando um político do nível de Filipe Paúnde diz coisas como estas, é porque ele sabe que o país está cheio de analfabetos políticos. Infelizmente essa é a realidade de Moçambique. Muitos dos que vimos nas caravanas de partidos políticos ontem e que vamos continuar a ver no resto dos 44 dias, são dos piores analfabetos políticos. Ouso em estimar que mais de 95% dos que estiveram nas caravanas com trajes partidários da cabeça aos pés, são analfabetos políticos. Esses confundem partidos políticos com as equipas de futebol que apoiam. Não sabem que se no futebol basta o grito deles no campo ou em frente da TV ou eventual pagamento de quotas, nos partidos políticos o membro deve contribuir no debate sobre políticas de educação, saúde, transporte e comunicação, agricultura, comércio, em suma as políticas de governação do seu partido. Um membro do partido conhece com profundeza o manifesto eleitoral do seu candidato e partido e não só. Este conhece os manifestos de outros candidatos e partidos porque só assim encontra a diferença entre os seus e dos outros. Se não acha alguma diferença então, ele exige que haja porque não havendo diferença, o seu partido corre o risco de perder membros e apoiantes para outros partidos.

Nota: 1) Aconselho calorosamente que todos com cartão de eleitor vão votar no dia 15 de Outubro. Mas esse voto deve ser um voto consciente. Vota-se pelo país em primeiro lugar.

2) Defendo e sempre defendi a reintrodução da disciplina de educação política para tirarmos muitos concidadãos do ANALFABETISMO POLÍTICO.

quinta-feira, agosto 22, 2019

Frelimo assalta os 63 anos da cidade de Nampula

 Membros e simpatizantes do partido Frelimo, na cidade, no norte de Moçambique “assaltaram” a praça dos heróis, local que acolheu a cerimónia de deposição de coroa de flores alusiva aos 63 anos de elevação da urbe à categoria de cidade.
Empunhando bandeiras e vestidos a rigor com as cores do partido, os camaradas entoavam canções de exaltação ao seu presidente, Filipe Nyusi, e apelando voto nas eleições de 15 de Outubro próximo.
Igualmente, as canções referiam-se a qualidades sobrenaturais do presidente que cumpre, desde ontem, uma visita de estado a Federação Russa.
O autarca de Nampula, Paulo Vahanle, não gostou da atitude e tratou de reclamar, imediatamente, junto da imprensa presente no local.
“Estou agastado. Não estamos na época de campanha eleitoral. Hoje é o dia da cidade de Nampula, dia de festa”, disse Vahanle, em protesto, a onda vermelha criada na praça dos heróis de Nampula.
Os membros e simpatizantes da Frelimo, também, deambularam pelas ruas da autarquia, fazendo-se transportar em viaturas, incluindo do estado, motorizadas e a pé, publicitando o seu partido.
Instado a pronunciar-se sobre esta acção, Orlando Impissa, Primeiro – Secretário da Frelimo na cidade de Nampula, justificou-se dizendo que é um dia normal e que qualquer cidadão, independentemente do seu traje, pode ir a praça dos heróis.
Impissa foi mais longe ao afirmar que o seu partido, a Frelimo, é que construiu a cidade de Nampula, criticando o suposto estado de abandono a que a mesma está voltada.
Este político apenas fixou as suas críticas na actual direcção de Paulo Vahanle, e não se predispôs a reparar os tempos em que a autarquia era dirigida por Castro Sanfins Namuaca, actual director provincial da Economia e Finanças de Inhambane e membro da Frelimo, que deixou a urbe ao cabo de dez anos de dois mandatos, aos escombros. (Texto: Aunício da Silva e Celestino Manuel  *Fotos: Hermínio Raja)
Fonte: Ikweli - 22.08.2019

segunda-feira, agosto 12, 2019

Acesso a telemóvel, tablet ou computador sem autorização passa a ser punido com prisão em Moçambique

O Código Penal revisto pela Assembleia da República, por consenso, passou a punir com prisão quem aceder sem autorização do proprietário “um dispositivo alheio, fixou ou móvel, ligado ou não à rede de computador, com o fim de obter informação não pública de correio ou comunicação electrónica privada”.
A inovação, que visa adequar a legislação penal a realidade das novas tecnologias de comunicação, passou a sancionar : “Quem, sem permissão legal ou sem para tanto estar autorizado pelo proprietário, por outro titular do direito do sistema ou de parte dele, invadir um dispositivo alheio, fixou ou móvel, ligado ou não à rede de computador, com o fim de obter informação não pública de correio ou comunicação electrónica privada, acesso a dado privado, segredo comercial ou industrial, informação sigilosa ou o acesso remoto não autorizado do dispositivo, é punido com prisão de 1 a 2 anos de prisão e multa até 1 ano.”
“Incorre na pena de 1 a 5 anos quem, ilegitimamente, produzir, vender, distribuir ou por qualquer outra forma disseminar ou introduzir num ou mais sistema informático dispositivo, programa, um conjunto executável de intrução, um código ou outro dado informático destinado a produzir as acções não autorizadas descritas no número anterior”, determina o número 2 do Artigo 246 do Código Penal revisto pela Assembleia da República pouco antes de encerrar as sessões ordinárias da VIII Legislatura.


Fonte: @Verdade - 12.08.2019

sábado, agosto 10, 2019

Novo Código Penal de Moçambique traz muitas novidades

O Parlamento moçambicano aprovou por unanimidade o novo Código Penal, que irá substituir a legislação vigente desde 1886. Há muitas novidades e algumas merecem destaque.
O novo código consagra, pela primeira vez, os crimes hediondos, o tráfico de órgãos humanos, os crimes informáticos, de rapto, linchamento, agiotagem e pornografia de crianças, fenómenos que têm vindo a crescer no país. Sistematiza ainda aspectos da criminalização da corrupção. Por outro lado, mantém-se a penalização do aborto, prostituição, e a violência doméstica.
Assim, a pressão em causa obrigou a que fossem retiradas propostas de criminalização do adultério, embriaguez, vadiagem e mendicidade.
Fonte: Deutche Welle: 06.07.2014

sábado, junho 15, 2019

Sobre PODEMOS e Nova Democracia

Tomando o dever de cidadão mocambicano tenho de dar:
Parabéns aos que pensando em engradecer a democracia em Moçambique fundaram os partidos PODEMOS E Nova Democracia (ND).
Desejo muitos sucessos aos PODEMOS e ND nas eleicões de 15 de Outubro deste ano.
Contudo, na mesma qualidade de mocambicano, tenho algumas observacões que às considerando, poder-se-ão ir-se corrigindo no processo..
1) Se não foi para servir ao partido no poder ou aos partidos da oposicão na actual Assembleia da República, porquê tanta percipitacão para concorrer agora?
2) É sabido que o último recenseamento eleitor foi o pior dos piores e ao servico do partido no poder. Como é que mesmo assim, uns cidadãos que acreditam numa alternativa por meio de votos se inscrevem, bem sabendo que não tiveram a mínima possibilidade de travar a fraude eleitoral?
3) Não acham que pela pressa não compriram os passos necessários como Conferência constituinte, congresso, para se firmarem como partidos políticos e democráticos?
4.Quem vos disse que isso do ponto 3 não era necessário, só vos enganou.
_____________________________________
Nota: 1. Continuo de opinião que o parido alternativo só aparecerá depois destas eleicões de Outubro.
2. Tenho dito que a verdadeira democracia é um assunto urbano...

sábado, abril 27, 2019

Reflectindo sobre os partidos políticos em Moçambique


Não sou cientista político para afirmar categoricamente, mas acredito que um partido que mantém de perto, mostrando paixão pelos seus críticos, sobretudo os internos, pode ter a sorte de manter muitos dos seus membros e simpatizantes e até mesmo mobilizar muitos mais.
Ao contrário, acredito que um partido que obriga que os seus membros se calem e recorra à expulsão ou ISOLAMENTO dos críticos internos, mas apaixonado pela bajulação e propaganda barata (MENTIRA) como aquela de que membros do partido A ou B se entregaram, rapidamente se reduz à insignificância porque perde grande parte dos seus membros e simpatizantes.

quarta-feira, abril 17, 2019

A Frelimo continua a recompensar a Fernanda Mocambique


A Xiconhoca que pertence a máquina da fraude do partido que governa Moçambique desde 1975, apanhada em 2014 com boletins de voto preenchidos para serem introduzidos nas urnas das intercalares do Guruè, foi recompensada há poucas semanas com a nomeação para o cargo de Administradora do Distrito do Limpopo passando a mamar ainda mais directamente do Estado!

terça-feira, abril 16, 2019

Helena Taipo detida

Helena Taipo está detida. A ex-embaixadora de Moçambique em Angola foi detida na tarde de hoje após uma audição no Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC).
Passavam poucos minutos depois das 15 horas quando a viatura do Serviço Nacional de Investigação Criminal que transportava Helena Taipo saiu à alta velocidade do Gabinete Central de Combate à Corrupção para a 18ª Esquadra da PRM.
A ex-embaixadora de Moçambique em Angola foi detida depois de ter sido ouvida no GCCC, onde chegou às 14H30 numa viatura particular acompanhada pelo filho e pelo advogado Inácio Matsinhe. Trinta minutos depois, a Nissan Navara saía do Gabinete Central de Combate à Corrupção, sem a antiga ministra do Trabalho. O País tentou uma entrevista com o advogado, mas este não estava para declarações à imprensa.
A detenção de Helena Taipo acontece 20 dias depois da sua exoneração do cargo de embaixadora extraordinária e plenipotenciária de Moçambique em Angola. Uma decisão do Presidente da República que permitiu a realização de várias diligências, incluindo a prisão preventiva, no âmbito do processo em que a antiga governante é acusada de ter recebido 100 milhões de meticais do Instituto Nacional de Segurança Social.
Helena Taipo terá recebido o valor em 2014, último dos 10 anos em que esteve a dirigir o Ministério do Trabalho. Em 2015, foi exonerada das funções de ministra do Trabalho e nomeada governadora de Sofala, cargo que ocupou até Julho de 2018, quando foi indicada para liderar a diplomacia moçambicana em Luanda.
Na capital da Angola, Helena Taipo ficou oito meses e teve de voltar a Maputo para responder por crimes de corrupção, num processo que envolve mais cinco arguidos.

Fonte: O País – 16.04.2019

quinta-feira, abril 11, 2019

Al-Bashir - vão dizer que foram os americanos?

Sudão: Presidente Omar al-Bashir destituído e detido por militares
Depois de meses de protestos e 30 anos no poder, o presidente do Sudão, Omar al-Bashir foi destituído e detido pelo exército do país, anunciou o ministro da defesa, Awad Mohamed Ahmed Ibn Auf, numa televisão pública sudanesa.
O anúncio do ministro da defesa surge na sequência de um movimento de contestação popular contra Omar al- Bashir, que chegou ao poder depois de um golpe de Estado há mais de três décadas.
O ministro da defesa disse que com a detenção do Al-Bashir o país será governado por um conselho militar presidido por si durante um período de transição de dois anos, que será seguido de eleições. Ler mais

Quem matou Mahamudo Amurane?

Eu é quem não entendo nada?
No dia 3 de Outubro do ano passado, em plena campanha eleitoral, o Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic) da PRM anunciou ter dez suspeitos no caso do assassinato de Mahamudo Amurane, presidente do Conselho Municipal de Nampula. O Sernic disse nesse dia que já havia remetido o processo à Procuradoria-Geral de Nampula. O mesmo avançava que entre os apurado elementos que indiciam o envolvimento de membros, incluindo quadros seniores do MDM”.
Contudo, segundo a reportagem da STV no jornal da noite de 10.04.2019 afirma-se a procuradoria constituiu arguidos dois indivíduos indiciados de estarem envolvidos no assassinato de Amurane.
Se a PRM falava com convicção sobre o envolvimento de membros seniores do MDM, quem os teria ilibado para hoje não se falar mais deles? Mesmo esses dois que na hora do assassinato estavam com malogrado, será que têm algo a ver com os criminosos? Que sinal nos deu a PRM com as afirmações em pleno tempo de campanha? Eu é quem não entendo nada?

sábado, março 30, 2019

Que metas tem a nova liderança da Renamo


Será que a actual Renamo somente lhe interessa a partilha de chefias militares?
Em 2012 Afonso Dhlakama saiu de Nampula onde residia desde 2009, passando por Quelimane, onde 12 anos depois e sob mediação de Manuel de Manuel Araujo se encontrou com Raul Domingos. Afonso Dhlakama chegou em Vunduzi onde supostamente era para celebrar os 33 anos da morte de André Matsangaíssa e aí anunciou a sua instalação naquele local e não só, mas também o reagrupamento dos seus comandos e reactivação das bases. Houve nessa altura os que disseram que a sua instalação em Vunduzi era uma imposição dos comandos e não um acto voluntário de Afonso Dhlakama. Outros até falavam de uma prisão domiciliária. 
Pessoalmente foi difícil acreditar que na verdade fosse uma imposição dos comandos, uma vez que eu contava que ele era o comandante-em-chefe dos tais comandos.
Após a morte de Afonso Dhlakama foi escolhido Ossufo Momade, supostamente pela Comissão Política da Renamo como coordenador interino. Digo supostamente porque já receio que as decisões mais importantes e determinantes na Renamo sejam de um grupo de “Chairmen”, um grupo informal composto por membros do tal comando, muito desconhecidos por nós e até pela maioria dos membros da Renamo. Poucos dias depois de ser indicado como coordenador, Ossufo Momade deslocou-se à Gorongosa e lá ficou como Afonso Dhlakama havia feito. No último congresso Momade foi eleito Presidente da Renamo.
Há poucos dias, Ossufo Momade veio a Maputo onde permaneceu mais que duas semanas, se não estou em erro e, dos encontros com Nyusi, tratou assuntos militares que me parece ter sido com sua satisfação. Nesse período todo, não me parece que Ossufo Momade tenha tratado pessoalmente assuntos políticos relevantes do partido, como de lançar-se apresentando a sua visão política e o caminho que a Renamo vai seguir para as eleições legislativas, presidenciais e provinciais a terem lugar este ano. O mais estranho é que Ossufo Momade não passou por Beira, pelo menos, para confortar as vítimas do IDAI. O seu regresso à Gorongosa sem dar sinal nestes dois pontos, deve ter deixado perplexos a muitos moçambicanos. 
A mim, parece que nos últimos seis anos, os presidentes da Renamo só servem de intermediários entre os chairmen e o governo moçambicano. Se bem que os chairmen podiam respeitar Afonso Dhlakama pela antiguidade na presidência da Renamo, Ossufo Momade só deve fazer o que for autorizado por aquele grupo. Penso que assim faria qualquer que saísse eleito presidente no congresso da Gorongosa.
A questão é se o único interesse dos Chairmen da Gorongosa é militar, isto é, partilha das chefias militares. Como a Renamo pode sobreviver desta forma se bem que cedo ou tarde, esses militares sairão naturalmente do exército?

quinta-feira, março 21, 2019

Michel Temer preso

A Oficiais da Lava Jato no Rio de Janeiro prendeu, na manhã desta quinta-feira, 21, o antigo Presidente brasileiro, Michel Temer, e os agentes ainda tentam cumprir um mandado de prisão contra o seu antigo ministro de Minas e Energia, Moreira Franco. Ler mais

sexta-feira, março 15, 2019

Lição para os políticos de Moçambique?

Os políticos de Moçambique deviam aprender esta forma da Guiné-Bissau em fazer política. 

Os resultados das eleições do domingo último indicam que o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), alcançou 47 mandatos, o Movimento para a Alternância Democrática (Madem G-159 27, o Partido da Renovação Social (PRS) 21, a Assembleia do Povo Unido - Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU/PDGB) 5, a União para Mudança (UM) e o Partido da Nova Democracia (PND), todos com um deputado cada.
O PAIGC já anunciou um acordo de incidência parlamentar para governar com a APU/PDGB, UM e PND, pelo que deverá garantir apoio da maioria dos deputados eleitos. 
O segundo e o terceiro partido, Madem e PRS respetivamente, celebraram também um acordo parlamentar. 

Fonte: Deutche Welle - 14.03.2019

quinta-feira, março 14, 2019

PAIGC ganha eleições legislativas na Guiné-Bissau

O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) venceu as eleições legislativas do último domingo com 47 dos 102 mandatos no Parlamento, revelou hoje a Comissão Nacional das Eleições, numa conferência de imprensa liderada pelo seu presidente José Pedro Sambú.
Em segundo lugar, ficou o Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15) com obteve 27 mandatos; e em terceiro o Partido de Renovação Social (PRS), a tradicional segunda força política, desde 1999, conseguiu 21 deputados .
A APU conseguiu cinco deputados, PND e a União para a Mudança (UM), um mandato cada.
O anúncio dos resultados foi antecedido, entretanto, da assinatura de dois acordos políticos de incidência parlamentar, envolvendo, as quatro principais forças políticas concorrentes.
Os líderes do PAIGC, Domingos Simões Pereira, e da Assembleia do Povo Unido Nuno Nabian assinaram um acordo de incidência parlamentar com a necessidade de dar estabilidade ao país.
Documento semelhante foi também assinado entre o Madem-G15 e o PRS.
"Este acordo político é para estabilizar o país", afirmou Alberto Nambeia, presidente do PRS, sublinhando que é preciso haver entendimento para o desenvolvimento do país.
Refira-se que, antes das eleições, o PAIGC, o PND e UM tinham assinado um acordo pós-eleitoral.
Caso o PAIGC consiga que a APU, o PND e a UM sustentem o seu eventual Governo, o partido, que já tinha vencido as eleições de 2014, pode conseguir 54 deputados, dos 102 do Parlamento.

Fonte: Voz da América – 13.03.2019