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sábado, novembro 21, 2015

Progressão da carreira de professor vai depender das competências que os alunos aprenderam

A proposta de reforma refere que a progressão nas carreiras dos professores será doravante ditada em função do mérito, tempo de serviço e, sobretudo através dos bons resultados que apresentarem não em termos percentuais, mas na base de competências adquiridas pelos alunos.

Falando esta sexta-feira no término da Conferência Nacional do Professor que decorreu na cidade portuária e central da Beira, Armindo Ngunga, vice-ministro de Educação e Desenvolvimento Humano, fez saber que depois da aceitação da proposta pelos participantes, o passo seguinte será o de divulgação do acórdão da conferência para posterior discussão com outros professores do país.

Essa acção visa a elaboração de argumentos concretos a serem levados ao Governo, para vermos que passos subsequentes serão tomados com vista à sua materialização. Esta situação pode levar mais algum tempo. São etapas que devem culminar com mudanças. Não podemos dizer que a nova política entrará em vigor daqui a um ou três meses, disse Ngunga, citado hoje pelo Diário de Moçambique.

Questionado sobre os mecanismos que serão usados para avaliar os bons resultados relativos à aquisição de competência por parte dos alunos, por sinal o principal indicador para a progressão dos docentes, Ngunga disse que o pelouro já iniciou o desenho de instrumentos de avaliação dos professores concorrentes a sua progressão.

Vamos melhorar a ficha de avaliação do desempenho do professor para incluirmos aspectos específicos do trabalho do professor na sala de aula” – disse.

Sobre o aspecto referente ao nível académico, Ngunga explicou que o mérito número um na questão das carreiras tem a ver com o facto de o professor ser um profissional e ganhar a sua vida e não acomodar-se no canudo.

sábado, abril 11, 2015

Carta aberta ao Ministro da Educação, Jorge Ferrão

Nós, os professores, não queremos ser milionários


Por Francisco Wache

Senhor Ministro, tenho acompanhado atentamente o seu trabalho, desde que ascendeu ao cargo de Ministro de Educação e Desenvolvimento Humano. Diga-se, tem sido um trabalho, até agora, excelente. Há, de facto, necessidade de reflectirmos sobre o rumo a que a nossa Educação está a tomar. Tenho aplaudido bastante algumas conclusões a que tem chegado sobre os problemas que enfermam a Educação, daí que tenho sido o seu fã incondicional.

Na quinta-feira, dia 9 de Abril, acompanhei atentamente o seu discurso no Parlamento. E como de costume, fiquei emocionado ao ouvir que sabe falar com propriedade sobre os problemas que enfermam a nossa Educação. Mas também ouvi, com muita tristeza, a firmação de que “em nenhuma parte do mundo o professor é milionário”.

sexta-feira, outubro 19, 2012

Um professor no distrito

Rafael Fumo saiu de Maputo para dar aulas num local desconhecido. Ou seja, mudou-se de armas e bagagens da capital para o interior da província de Gaza. Actualmente, reside e dá aulas em Dindiza, sede do distrito de Chigubo.

Um dia antes da data que celebra os professores, @Verdade foi ver como é que são as aulas na Escola Primária Completa de Dindiza e depois conversou com Fumo para compreender o seu dia-a-dia naquele ponto do país.

“É complicado”, disse-nos sem reservas. A explicação, essa, veio depois: “aqui falta tudo, desde cadernos às salas de aulas. Desde que a tempestade arrancou as chapas de zinco daquelas três salas (aponta para um edifício sem tecto) que passámos a dar aulas debaixo destas árvores”. Por outro lado, “nem sempre as crianças frequentam as aulas”. Portanto, “sob o ponto de vista de administração de conteúdos, esse é o maior problema.” Ler mais (@Verdade)

sábado, janeiro 07, 2012

RÁCIO ALUNOS/PROFESSOR REDUZ NO ENSINO SECUNDÁRIO

O ministro moçambicano da Educação, Zeferino Martins, anunciou, Sexta-feira última, em Maputo, que no ano lectivo a iniciar nos próximos dias cada professor do ensino secundário só estará até 50 alunos...
...“Este ano há uma directiva para que, ao nível do ensino secundário, a partir da 8/a classe, as turmas não tenham acima de 50 alunos. Se queseremos melhorar a qualidade temos que baixar o número de alunos por turma senão não é manejável”, disse o governante... Ler mais

Fonte: AIM - 07.01.2012

Reflectindo: se uma turma do ensino secundário tiver 50 alunos, significa automáticamente que o rácio é 50 alunos por professor?