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quinta-feira, novembro 05, 2015

Tensão afecta ambiente de negócios em Moçambique

Analistas dizem que a forma lenta com que o governo de Moçambique faz reformas económicas e a tensão política estão a minar o ambiente de negócios no país, no sentido de que não atraem o interesse dos 
Na recente avaliação "Doing Business", do Banco Mundial,  Moçambique caiu cinco posições para o lugar 133, numa lista de 189 países analisados.
Esta descida é resultante tempo que dura a abertura de uma empresa, obtenção de electricidade e crédito, bem como a execução de contractos, sendo este o pior indicador do país.

quarta-feira, setembro 30, 2015

Economia moçambicana travada por burocracia e corrupção - Fórum Económico Mundial

Moçambique ocupa a 133.º posição no índice mundial de competitividade de 2015-2016, divulgado hoje pelo Fórum Económico Mundial, com o desenvolvimento de negócios travado pelas dificuldades de financiamento, a burocracia e a corrupção.
Os analistas do Fórum Económico Mundial indicam que Moçambique tem como factores “mais problemáticos” para o desenvolvimento de negócios o difícil acesso ao financiamento, a ineficiente burocracia e a corrupção.
Ainda de acordo com o documento, entre 140 países avaliados, Moçambique está em 135.º lugar nos equipamentos básicos, 132.º nos potenciadores de eficiência e 108.º no que toca a factores de inovação e sofisticação.
O índice mundial de competitividade - que avalia 12 pilares (da educação aos mercados financeiros) - é liderado pela Suíça, seguida de Singapura e dos Estados Unidos.
Fonte: LUSA – 30.09.2015

quarta-feira, maio 27, 2015

Por Luís Nhachote

Um pouco antes da entronização de Jacinto Filipe Nyusi nos destinos de todos os moçambicanos começaram a surgir os primeiros registos de actividades empresariais de parentes seus, uma prática normal de famílias próximas do poder, em democracias emergentes. A história e a memória mostram que as famílias presidenciais moçambicanas, quando um seu parente assume o comando dos destinos da Nação, elas prosperam empresarialmente e com facilidade. Foi assim com as de Chissano e Guebuza. A filha deste último antigo Chefe de Estado, Valentina Guebuza, é uma das mulheres jovens mais poderosas, brilhantes e inovadoras de África, segundo várias publicações internacionais especializadas, que arrolam, também, a conhecida angolana Isabel dos Santos.

A filha do Presidente Nyusi está, discretamente, a tornar-se uma mulher de negócios, de acordo com a Africa Intelligence. Ela é accionista (com uma participação de 50%) na Dambo Investe, fundada em Fevereiro de 2014, em Maputo, e que opera no sector de importação e exportação, hotelaria e turismo, exploração mineira, entre outros interesses. O seu parceiro no empreendimento é Hipólito Michel Ribeiro Amad Ussene, que criou outra companhia, a Nyakali Oil, em Abril, em que ele detém 1% e a Dambo Investe 99%. A Nyakali Oil vai-se especializar na exploração, produção, venda e distribuição de energia, petróleo e gás.

domingo, julho 27, 2014

Empresas de dúbia reputação complicam negócio do gás no Rovuma

Eldorado do gás e do petróleo na Bacia do Rovuma parece estar a arrastar para Moçambique, para além das grandes companhias conhecidas mundialmente nesta área, alguns empresários de cuja origem e capacidade não se tem qualquer historial, situação que poderá pôr em causa os avultados investimentos que estão a ser feitos naquela região, referem fontes que falaram ao SAVANA.

sábado, maio 17, 2014

Governo chancela (mais) um negócio obscuro em Moçambique

Tal como vem sendo frequente em Moçambique, o Governo entregou, mais uma vez, sem nenhum concurso público, um empreendimento de capital importância no processo de desenvolvimento do país a uma sociedade empresarial de índole duvidosa, constituída por empresas moçambicanas e nigerianas. Trata-se do projecto de concepção, construção, operação e gestão da base logística do Porto de Pemba, na província de Cabo Delgado, uma infra-estrutura de suporte à implementação do projecto de liquefacção de gás natural a ser produzido na bacia do Rovuma.

quinta-feira, maio 15, 2014

Governo chancela (mais) um negócio obscuro em Moçambique

Tal como vem sendo frequente em Moçambique, o Governo entregou, mais uma vez, sem nenhum concurso público, um empreendimento de capital importância no processo de desenvolvimento do país a uma sociedade empresarial de índole duvidosa, constituída por empresas moçambicanas e nigerianas. Trata-se do projecto de concepção, construção, operação e gestão da base logística do Porto de Pemba, na província de Cabo Delgado, uma infra-estrutura de suporte à implementação do projecto de liquefacção de gás natural a ser produzido na bacia do Rovuma. Ler mais

quarta-feira, setembro 12, 2012

Pastores da Igreja Mundial do Poder de Deus queixam-se de expulsões injustas

Três pastores da Igreja Mundial do Poder de Deus acusam a direcção da mesma de os ter expulso por não terem cumprido as metas, o que consideram ser injusto. O facto ocorreu na manhã de ontem, em Maputo.