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quinta-feira, abril 11, 2019

Al-Bashir - vão dizer que foram os americanos?

Sudão: Presidente Omar al-Bashir destituído e detido por militares
Depois de meses de protestos e 30 anos no poder, o presidente do Sudão, Omar al-Bashir foi destituído e detido pelo exército do país, anunciou o ministro da defesa, Awad Mohamed Ahmed Ibn Auf, numa televisão pública sudanesa.
O anúncio do ministro da defesa surge na sequência de um movimento de contestação popular contra Omar al- Bashir, que chegou ao poder depois de um golpe de Estado há mais de três décadas.
O ministro da defesa disse que com a detenção do Al-Bashir o país será governado por um conselho militar presidido por si durante um período de transição de dois anos, que será seguido de eleições. Ler mais

sábado, janeiro 26, 2013

Golpes de Estados: Moçambique e Timor-Leste na lista de países em risco

Numa lista de 30 países com maiores graus de risco de golpes de Estado, classificados como de "maior risco", "alto risco" e de "risco", liderada pela Guiné-Bissau, Moçambique surge como o 3º país lusófono, logo depois de Timor-Leste, na 18ª posição como país de "risco" de golpe de Estado.
A revolta popular ocorrida em Maputo em 2011, em que a população saiu à rua protestando contra o aumento do preço do pão, entre outros, poderá estar na origem desta classificação de Moçambique.
Quanto a Timor-Leste, os frequentes distúrbios em Díli e o atentado contra Ramos Horta são sinais que transmitem alguma apreensão.
A lista, publicada no jornal The Guardian, foi elaborada com base nos estudos e nas previsões do politólogo inglês Jay Ulfelder, e surge acompanhada de um mapa de África com o grau de risco destacado de acordo com uma tonalidade.
Apesar de ser uma lista de todos os países do mundo, o continente africano surge destacado com vários países classificados como de "maior risco", como o Sudão, o Mali e Madagáscar, nos lugares cimeiros.

segunda-feira, outubro 22, 2012

Militares invadem sede do PAIGC, principal partido da Guiné-Bissau

Um grupo de militares invadiu hoje por duas vezes a sede do PAIGC, principal partido da Guiné-Bissau, tendo levado à força Iancuba Indjai, líder do Partido da Solidariedade e Trabalho (PST), disse à Lusa fonte partidária.
De acordo com a fonte do PAIGC (Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde), partido que estava no poder até ao golpe de Estado de 12 de abril passado, os militares, alguns à paisana e outros fardados, entraram na sede do partido dizendo que estavam à procura de pessoas. Ler mais

segunda-feira, maio 14, 2012

Guiné-Bissau: Nigéria envia tropas até sexta-feira

A Nigéria vai enviar, até sexta-feira, tropas para a Guiné-Bissau, que atravessa um impasse desde o golpe de Estado militar de 12 de Abril, anunciou hoje o ministro da Defesa nigeriano.

quarta-feira, maio 09, 2012

"Temos que ser nós a resolver esta crise", diz presidente do parlamento

O presidente interino do Parlamento da Guiné-Bissau, Serifo Nhamadjo, apontado para ser chefe de Estado de transição pelos militares, defendeu hoje que devem ser os guineenses a resolver a crise após o golpe de Estado.
"O problema da Guiné-Bissau tem que ser realmente resolvido pelos guineenses. Sinto-me triste por estarmos à espera que os outros nos venham resolver os nossos problemas, quando nós podíamos discutir internamente e resolver os problemas", disse Nhamadjo, em declarações aos jornalistas no Parlamento guineense.

sexta-feira, maio 04, 2012

Guiné-Bissau: PAIGC acusa CEDEAO de golpe contra democracia

O PAIGC disse que a decisão da CEDEAO é um grande golpe contra a democracia na Guiné-Bissau e afirma que não vai participar em soluções extraconstitucionais.

CEDEAO exige eleição de novo presidente da Assembleia Nacional na Guiné-Bissau

A conferência dos chefes de Estado e de Governo da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) recomendou, quinta-feira à noite em Dakar, a renovação da mesa da Assembleia Nacional da Guiné-Bissau para permitir a eleição de um novo Presidente da República que vai dirigir a transição neste país lusófono.

sexta-feira, abril 20, 2012

Guiné-Bissau: Candidato vencido nas eleições nomeado presidente

Manuel Serifo Nhamadjo, candidato eliminado na primeira volta das eleições presidenciais, foi nomeado nesta quinta-feira presidente de transição da Guiné-Bissau, após um acordo entre golpistas e os principais partidos da antiga oposição, informou um comunicado oficial conjunto.

sábado, abril 14, 2012

Bissau: Militares querem novo Governo e novas eleições - dirigente partidário

O líder da União para a Mudança (UM), força política guineense sem representação parlamentar, Agnelo Regalla, disse à Lusa que os militares querem que se forme um novo Governo de transição e que sejam realizadas novas eleições presidenciais.

terça-feira, março 27, 2012

Mali: Junta pede negociação com rebeldes e fim de hostilidades

Bamako - O chefe da junta do governo do Mali, o capitão Amadou Sanogo, pediu hoje (terça-feira) aos rebeldes tuaregues que avançam no norte do país o "fim das hostilidades" e a negociar "no prazo mais breve", numa mensagem na emissora pública.

quinta-feira, março 22, 2012

Mali/Golpe: Presidente Touré "está bem" e "em lugar seguro"

Bamako - O presidente maliano, Mamadou Toumani Touré, deposto na madrugada de hoje, por um golpe militar, "está bem" e "em lugar seguro", segundo fonte militar próxima, citada pela "AFP".

Mali: Militares tomam o poder

Bamako - Militares malianos tomaram o poder, na madrugada de hoje, quinta-feira, ao fim de várias horas de combates, dissolveram as instituições e decretaram um recolher obrigatório.

domingo, fevereiro 27, 2011

Tentativa de golpe no Congo deixa seis mortos

Por Jonny Hogg

KINSHASA (Reuters) - Seis pessoas foram mortas na República Democrática do Congo no domingo, no que as autoridades disseram ter sido uma tentativa frustrada de golpe na residência do presidente Joseph Kabila, na capital Kinshasa.
"Presenciamos uma tentativa de golpe", disse o Ministro de Informações, Lambert Mende.

terça-feira, janeiro 25, 2011

UA instada a classificar tomada ilegal de poder crime internacional

Addis Abeba, Etiópia (PANA) – A União Africana (UA) deve considerar a tomada de maneira anticonstitucional do poder pelos militares e a manipulação da Constituição pelos civis para se manter no poder como crime internacional durante a Cimeira dos Chefes de Estado prevista para 30 e 31 de janeiro em Addis Abeba, na Etiópia, defendeu um grupo internacional de reflexão.

quinta-feira, dezembro 16, 2010

Exército ivoiriense responsabiliza ONU pelas manifestações na Côte d'Ivoire

O Exército ivoiriense responsabiliza o representante especial do Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) na Côte d'Ivoire, Young-Jin Choi, pelas violências que possam surgir das marchas dos partidários de Alassane Ouattara, declarado pela Comissão Eleitoral Independente (CEI), vencedor da segunda volta do escrutínio presidencial de 28 de Novembro último, previstas para quinta e sexta-feiras em Abidjan, de acordo com .um comunicado divulgado quarta-feira à noite nas antenas da Rádio-Televisão Nacional (RTI)

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Líder do Níger "detido por soldados"

O presidente do Níger, Mamadou Tandja, e membros do seu governo foram feitos prisioneiros por soldados, após tiroteios junto ao palácio presidencial na capital do país, Niamey.
O tiroteio começou cerca das 13horas locais e prolongou-se por 30 minutos, segundo o correspondente da BBC Idy Baraou.
O nosso correspondente afirma ainda que há tanques pelas ruas da cidade e que testemunhas viram várias pessoas feridas, que estão a ser levadas para o hospital. Baraou diz que se continuam a ouvir tiros esporádicos na cidade, onde se situam quatro quartéis militares.
Um oficial superior francês, que pediu para manter o anonimato, disse à Agência France Press que se trata de uma tentativa de golpe de Estado. "Tudo o que posso dizer é que Tandja não se encontra numa boa posição", afirmou o oficial. E acrescentou que a detenção do presidente foi feita durante a reunião semanal do seu governo. leia mais

UE ameaça cortar ajudas ao Niger

A União Europeia aqui ameaçou suspender toda a cooperação com o Niger a não ser que o país regresse imediatamente à ordem constitucional.
Numa carta enviada pelo presidente Mamadou Tandja no início da semana, a União Europeia convidou o Niger para participar em negociações com os seus representantes dentro de trinta dias.
O bloco europeu acusa o presidente Tandja de violar a constituição do seu país, ao realizar um referendo em Agosto que lhe permite prolongar o seu mandato e reforça os seus poderes.

Fonte: BBC (18.02.2010)

sábado, setembro 13, 2008

O pretenso golpe contra um líder

As vezes, pensar alto nos leva de encontro as resposta que queremos. E, se é assim, espero que alguém mo diga, com que linhas se cosem os prevericantes pergaminhos da remoção forçada; ou seja, um golpe num partido ou organização política. Chamariamos golpe a “comédia política” cuja encenação girou a volta da informação mentirosa que o presidente deste partido recebeu de alguns oficiais da guerrilha? Haveriam razões bastantes de Afonso Dlhakama usar dessa calunia para virar o jogo, dizendo que Daviz Simango já não era o candidato do partido às eleições municipais? Estaria este a preparar um golpe contra o líder? Seria um golpe se Afonso Dhlakama deixasse de ser líder num próximo congresso da Renamo. Se até aqui fiz esta viagem introspectiva para melhor perceber a imagem do outro, colocaria minhas preocupações directas ao líder da Perdiz:

Porquê mesmo acreditando nesses oficiais da sua confiança, não usou do benefício da dúvida, consultando Daviz Simango, antes de tomar a decisão pouco informada de preterir a candidatura deste a edil do Município da Beira, custe o que custasse à Renamo?

O Presidente Dhlakama preferiu nunca acreditar ao que há muitos meses Daviz Simango dissera quanto à liderança do partido?

Preferiu o líder não evitar o que já se antevia, de antemão, pela opinião pública que um dia Daviz Simango seria sua próxima vítima, pelo facto ser dado como sendo o futuro líder da Perdiz por muitos moçambicanos?

Porquê razão, re/conhecidas que são as qualidades de líder de Daviz Simango desse grande partido a cair a pique, não se regozija dele realmente em levar avante a acção o seu partido rumo ao poder?

Para lá do Daviz Simango, que desde há muito pensei ou mesmo, muitos pensaram que evitaria candidatar-se a presidente da Renamo, precisamente para evitar situações destas, procurará o líder do partido nos dar um aviso à navegação de que ninguém que não seja antigos guerrilheiros se deve candidatar à liderança daquele partido?

Ao que percebo desta última posição do lider, na verdade, se deixou enganar ao não perceber os membros do seus partido que incluem académicos e cívis. É com estes que realmente a Renamo deve lutar pela democracia, porque dão o seu apoio incondicional. Os verdadeiros membros contribuem gratuitamente com seu saber para fortalecer os partidos políticos ou mesmo a sociedade civil. São os verdadeiros membros que ajudam no desenvolvimento da visão e acção partidárias. Porém, ao parece que os guerrilheiros moçambicanos, quer os da Frelimo, quer da Renamo, não entendem isto.
O papel das massas intelectuais dentro dos partidos foi e continua a ser muito mal percebido. Mas este é um tema para um debate que não cabe neste artigo. Resumindo, o líder da Renamo deve ter perdido [definitivamente] a oportunidade soberana de clarificar o seu reino, ao se auto-infligir esta crise que todos julgavamos que era da Frelimo. Vai ser difícil de sair desta crise, sem que Dhlakama possa ser [sublinhe-se, possa ser] também vitima. Mas se metodicamente for respondendo pela positiva meus questionamentos que coloco acima, uma sofrível recuparação pode ter lugar.

segunda-feira, junho 16, 2008

Golpes de Estado em África

Por Noé Nhantumbo

Quando o ataque vem da esquerda... Quénia, Zimbabwe...

Beira (Canal de Moçambique) – Convenhamos que quando se impede em termos práticos que o veredicto popular expresso através das urnas não se realize estamos em presença da figura de golpe de Estado.
Em África desenvolveu-se de há uns tempos a esta parte a pratica efectiva de golpes nas suas variadas nuances.
Aceites quase sempre porque convenientes a alguém, os golpes que antes tinham uma característica eminentemente militar hoje mudaram de feição e incorporam elementos novos e um refinamento que causa ate admiração e inveja a muitos cientistas políticos.
A sua aceitação e na maioria dos casos fomentada pela chamada esquerda africana apoiada por interesses corporativos internacionais.
As chancelarias fecham em geral os olhos ou era isso que acontecia na maioria dos casos. Era como que dizer que o aceite pela irmandade socialista ou de esquerda africana órfã recente dos patrões de Moscovo devia ser aceite por todos.
Não deve continente que tenha tido mais golpes de Estado que África nas ultimas três décadas.
Tomar o poder pela forca das armas era sintomático em África.
Com o advento dos ventos democratas houve uma tentativa de refinamento e legislação que implicava o não reconhecimento de regimes saídos de golpes de Estado.
Na prática, quase que nunca isso aconteceu.
Os golpistas acabaram sendo aceites no seio da família africana. Até porque muitos dos legisladores haviam chegado pela mesma via ao poder.
O carácter novo que importa colocar em debate é a legitimidade de regimes que usando artifícios eleitorais chegaram ao poder efectivamente pela manipulação e fraude eleitoral. Apoiados na máquina governamental que dominam, temos visto regimes que se negam a abandonar o poder mesmo quando derrotados nos pleitos eleitorais.
Todos os arranjos aparentemente destinados a salvar a estabilidade política de países em que as eleições redundaram em violência pela não aceitação do veredicto popular, não são mais do um golpe de Estado.
Assiste-se na África dos dias democráticos, ao desenvolvimento de técnicas refinadas de manutenção do poder.
Os acontecimentos recentes no Quénia, o golpe esquecido da República do Congo, as acusações de fraude não aceites pelos órgãos eleitorais um pouco por toda a Africa, o regime de Kinshasa, especialmente na Africa Austral, a recente situação eleitoral zimbabweana não passam mais do que manifestações golpistas com outros nomes.
Toda a diplomacia silenciosa praticada pela maioria dos países da SADC em relação ao regime de Harare não é mais do que apoio tácito a um golpe de Estado efectivo que está sendo gerido de modo calculado. O povo já se pronunciou e não são meras diferenças estatísticas na contagem dos votos que estão em causa na maioria dos casos.
São organismos eleitorais concebidos, controlados e geridos pelos regimes no poder que não deixam que o direito a voto exercido pelos cidadãos se torne conhecido na integra e que a vontade popular sobressaia.
Porque as tácticas do passado já não são mais aceitáveis aos olhos da opinião pública, usam-se até os exércitos de governos aliados para se chegar ao poder e mantê-lo.
Toda a legislação africana e internacional não prevê a aceitação de regimes saídos de golpes. Mas o que será que é a situação no Zimbabwe senão um golpe efectivo de Estado. Quando os militares que se deveriam limitar a estar nas casernas e defender a Constituição e soberania nacional se imiscuem nas lides politicas e fazem pronunciamentos públicos contra a possibilidade de a oposição tomar o poder, quando os mesmos militares participam activamente na repressão aos cidadãos nacionais que supostamente tenham votado contra o regime no poder, só poderemos falar de golpe em execução.
Numa situação clara de violação dos mais elementares direitos humanos, políticos de concidadãos vemos governos de países vizinhos calados e aceitando que tal aconteça.
Já vimos antes exércitos de países vizinhos intervindo no Congo Brazzaville, na RDC, em Moçambique, em Angola. Em nome de uma suposta solidariedade, governos amigos foram mantidos ou colocados no poder.
Porque a estratégia do golpe nos antigos moldes se tornou demasiado grosseira e indigesta hoje, prefere-se contratar a custa do erário publico especialistas de Lisboa, Rio de Janeiro ou Londres para delinearem como de deve proceder para a manutenção do poder. Quando as alternativas oferecidas pelos consultores são vencidas recorre-se ao congelamento dos resultados, enquanto se cozinham resultados favoráveis pela via da informática, intimidação, eliminação dos opositores. Qualquer meio serve desde que o poder continue em determinadas mãos.
Já vimos casos como no Sudão, que após a aceitação de uma convivência pacífica entre beligerantes, já em gozo de paz, o antigo opositor desapareceu em desastre aeronáutico. Naquela região parece que a eliminado no ar dos opositores é o recurso preferido. No Zimbabwe prende-se em terra, a luz do dia, bate-se, tortura-se e se possível se elimina biologicamente.
Esta situação concreta e indesmentível não pode nem é propícia para que qualquer desenvolvimento económico aconteça.
Esta instabilidade e violação grosseira da vontade dos cidadãos constituem os factores que inviabilizam tanto a SADC como os seus objectivos.
A irmandade de esquerda da região não está interessada que a democracia seja o modelo político em vigor na região. Quem o prova é o que ela faz. Ainda raciocina como nos tempos da Linha da Frente. Compreendemos que os camaradas se revelam nos momentos de aflição. São estes factos reais que não permitem que alguns líderes da região se manifestem. Estão presos a favores prestados no passado e que continuam por saldar.
Mas sejamos honestos e práticos, a produção de regimes ilegais, reconhecidos a posteriori por conveniência de uma pretensa estabilidade e de interesses reais de determinados países não resolve os problemas da região. Agora já está claro que na SADC estão abertas brechas no entendimento entre alguns governos. O que eram os sonhos de integração está condenado a ir para o dreno. O que resultará é a continuação da fraqueza enquanto interlocutores a altura de apresentarem uma posicao forte no fórum internacional. Cada um continuará a puxar pela brasa para a sua sardinha como diz o ditado.
Estamos perante toda uma mascarada de democracia em que os partidos políticos normalmente residentes dos palácios presidenciais não estão interessados que as coisas mudem.
Enquanto que o resto do mundo, nomeadamente as potências doadoras, estão preocupadas em assuntos de ordem ecológica, energética, visto terem garantido através da Organização Mundial do Comércio, do Banco Mundial e FMI a manutenção do status económico-financeiro no mundo, os africanos estão perdendo precioso tempo digladiando-se por um poder efémero de consumo doméstico que não mais significa do que contas bancárias chorudas, mansões e viaturas de luxo. Isso sempre que não demasiado escandaloso se lhe é permitido. Quando já não dá declaram-se sanções ineficazes.
A perspectiva de empoderamento real, de dignificação dos seus cidadãos, do fim do sistema de pedintes e de caridade internacional como meio de subsistência não conta para os políticos medíocres que infelizmente temos como governantes.

Texto retirado na íntegra do Canal de Mocambique onde foi publicado em 2008-06-16 06:11:00

Nota do Reflectindo: Lembrem-se da série que estou ainda escrevendo aqui com o título: Quatro ou cinco homens, a mesma história e trato de golpes pós-eleicões.