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sábado, dezembro 01, 2018

No multipartidarismo os partidos políticos procuram ter cidadãos exemplares como membros


E assim devia ser mesmo hoje e em todos os partidos políticos. Não há onde consta que na democracia liberal, na democracia multipartidária, no sistema de economia de mercado ou como queiram chamar, os partidos políticos têm que ter como membros, os preguiçosos, os ladrões, os fraudulentos, os trafulhas, embusteiro, aldrabões, vigaristas, trapaceiros, gente sem dignidade, sem ética. Antes pelo contrário, nos verdadeiros sistemas multipartidários os partidos querem ter como membros os cidadãos exemplares e por isso, no caso de um membro que mostrar valores comprometedores se demite logo e logo e nunca se promove como temos visto em Moçambique. Caso não o eleirorado PUNE.


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segunda-feira, outubro 15, 2012

Vice-presidente da CTA quer economia proteccionista

- Agostinho Vuma acusa empresas construtoras estrangeiras de levarem dividendos para seus países

 - Ministro das Obras Públicas e Habitação, Cademiel Muthemba, diz que muitos bancos e empresas de construção estrangeiras colocam condicionalismos nos seus financiamentos

 O presidente da Federação Moçambicana de Empreiteiros, e vice-presidente da Confederação das Associações Económicas (CTA), Agostinho Vuma, diz que Moçambique é o único país a nível da SADC que não protege a sua economia e faz um apelo a uma economia mais proteccionista.

Por seu turno, o titular da pasta das Obras Públicas e Habitação, Cademiel Muthemba, reconhece a situação e diz que a mesma deriva dos condicionalismos impostos pelos bancos e pelas empresas de construção estrangeiras que só aceitam financiar e executar as obras em Moçambique em troca de alguns privilégios. Ler mais

Reflectindo: Então os bancos estão ao serviço de empreendeiros estrangeiros?  

quinta-feira, dezembro 30, 2010

Calma e redução de preços caracterizam últimas horas do ano

Para o caso concreto da redução de preços, alguns cidadãos interpelados pela nossa equipa de reportagem associam a baixa de preços à perda de produtos, depois da festa do Natal.
Os preços são acessíveis, esta era a frase que predominava na ponta da língua de muitos cidadãos que faziam as suas últimas compras em alguns estabelecimentos comerciais da cidade de Maputo, rumo aos preparativos do cabaz do fim do ano. A situação actual, pelo menos em Maputo, é contrária ao cenário que caracterizou os preparativos da festa do Natal que, de certo modo, foi manchada pela alta do preço dos principais produtos procurados para a festa do dia da Família. Para além da subida de preços, o Natal foi caracterizado por muita lufa-lufa, algo que não se verifica neste momento, quando estamos a escassas horas do fim-de-ano de 2010.

Aires Ali apela redução de preços na quadra festiva e Armando Inroga responde

Durante uma visita a alguns estabelecimentos comerciais da Cidade de Maputo o Primeiro-Ministro, Aires Ali, disse que os fornecedores, distribuidores e retalhistas devem passar a manter um esforço e cultura de baixar os preços dos produtos durante a quadra festiva, de modo a tornar a vida mais fácil para os cidadãos.
Por seu turno, o ministro da Indústria e Comércio, Armando Inroga, considerou que só haverá queda de preços dos produtos em todo o mercado, se houver uma capacidade para um alto nível de oferta, ou quando os revendedores e retalhistas tomarem a consciência das perdas resultantes da subida drástica dos preços.

Fonte: O País online - 30.12.2010