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quarta-feira, setembro 30, 2015

Economia moçambicana travada por burocracia e corrupção - Fórum Económico Mundial

Moçambique ocupa a 133.º posição no índice mundial de competitividade de 2015-2016, divulgado hoje pelo Fórum Económico Mundial, com o desenvolvimento de negócios travado pelas dificuldades de financiamento, a burocracia e a corrupção.
Os analistas do Fórum Económico Mundial indicam que Moçambique tem como factores “mais problemáticos” para o desenvolvimento de negócios o difícil acesso ao financiamento, a ineficiente burocracia e a corrupção.
Ainda de acordo com o documento, entre 140 países avaliados, Moçambique está em 135.º lugar nos equipamentos básicos, 132.º nos potenciadores de eficiência e 108.º no que toca a factores de inovação e sofisticação.
O índice mundial de competitividade - que avalia 12 pilares (da educação aos mercados financeiros) - é liderado pela Suíça, seguida de Singapura e dos Estados Unidos.
Fonte: LUSA – 30.09.2015

quarta-feira, janeiro 15, 2014

Recém-formados exigem remoção de normas de criação de empresas

Os finalistas e recém-formados expressaram a inquietação no decurso do seminário de capacitação que antecede a sua deslocação aos distritos, no âmbito do projecto Férias Desenvolvendo o Distrito, a decorrer desde segunda-feira.
Numa altura em que o acesso ao primeiro emprego preocupa a maior parte dos jovens recém-graduados, devido à exigência de experiência - por parte de instituições públicas e privadas - para o preenchimento de vagas, os jovens entendem que o empreendedorismo é a solução para o problema.

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Cortar na burocracia (no processo eleitoral)


”Reputamos indispensável também que sejam simplificados os procedimentos burocráticos no domínio da administração eleitoral”, declarou o CC. As exigências sobre candidatos estabelecidas na lei deviam ser simplificadas.
E na realidade a CNE ainda tornou as coisas piores, notou o CC. A lei 10/2007 diz que os candidatos para as assembleias provinciais devem ter residência na província pelo menos há seis meses, assim a CNE exigiu que cada candidato apresentasse um atestado de residência assinado por funcionários locais. Isto era totalmente desnecessário, comentou o CC, porque os candidatos também tinham de apresentar um cartão de eleitor que mostrava a província em que o candidato estava recenseado, e um Bilhete de Identidade que mostrava o seu endereço.

Comentário: Embora o CC não o diga directamente, a decisão da CNE prejudicou os partidos da oposição porque para muitos foi impossível conseguir que funcionários locais alinhados com a Frelimo lhes fornecessem os atestados de residência. É de notar também que as leis de 2007 estabeleciam um procedimento simplificado que requeria aos candidatos que apresentassem menos documentos, mas a lei de Abril de 2009 restabeleceu a lei mais antiga e procedimentos mais burocráticos. jh)

Fonte:Boletim sobre o processo político em Moçambique – Número 44 – 11 de Janeiro de 2010