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quinta-feira, dezembro 29, 2016

Renamo denúncia perseguição aos membros pela Unidade de Intervenção Rápida em Cabo Delgado

A Renamo, em Cabo Delgado, denuncia a perseguição dos seus membros pelos agentes da Unidade de Intervenção Rápida (UIR) estacionados nas províncias de Nampula e Niassa. A denúncia foi feita pelo delegado provincial do partido, António Bacar, durante a reunião de balanço das actividades realizadas no ano 2016.
Além da intimidação dos membros e simpatizantes da perdiz, a Renamo denunciou igualmente ameaças contra as populações, por alegadamente pertencerem à oposição.
“Vive-se um clima de terrorismo, perturbação da vida social, destruição dos hábitos e costumes da população local praticados pela Unidade de Intervenção Rápida”, afirmou António Bacar.
Cerca de uma centena de membros da Renamo oriundos de todos distritos da província participaram na reunião, que serviu igualmente para delinear estratégias para as eleições autárquicas de 2018 e as gerais de 2019.

Fonte: O País – 29.12.2016

sábado, outubro 10, 2015

Calma regressa à Beira um dia após cerco policial à casa de Dhlakama

A cidade da Beira, Sofala, acordou hoje calma um dia após o cerco e a invasão policial à casa do líder da Renamo, Afonso Dhlakama, mas em alerta para ameaças de manifestações de protesto contra o incidente. 
"Quando a Polícia saiu, os moradores [que tinham sido retirados minutos antes da operação policial] começaram a voltar às casas. Toda a noite não houve agitação e até agora a vida voltou ao normal", disse à Lusa Ladinho Carvalho, um vizinho do presidente da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana).
Hoje de manhã, o movimento era normal na rua da casa de Afonso Dhlakama, no bairro das Palmeiras, na segunda maior cidade de Moçambique, após a operação policial que alegadamente visava desarmar a guarda do líder da Renamo.

segunda-feira, setembro 14, 2015

Que tal uma comissão de investigação multisectorial e independente?

O incidente do sábado que culminou com ataque à caravana do Presidente da Renamo ou a troca de tiros como queira-se chamar, é para muitos, segundo constato aqui nas redes sociais, um caso muito sério e preocupante. Mesmo se alguém o provocou por brincadeiras, não deixa de ser brincadeira de mau gosto. Atendendo a seriedade do caso e a preocupação que nos criou, porquê não se constitui imediatamente uma comissão multisectorial e independente para investigar o caso? Isso também não seria uma forma de avisar aos que provocaram que nunca serão deixados sem identificação e responsabilidade se mais uma vez o país mergulhar numa guerra?