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terça-feira, janeiro 10, 2017

Detidos indivíduos indiciados de furtar exames e guias de correcção na UCM

Dois professores primários e estudantes universitários foram detidos pela Polícia da República de Moçambique, na cidade da Beira, indiciados de terem furtado, em circunstâncias ainda por esclarecer, em Novembro do ano passado, exames e guias de correcção dos exames finais da Universidade Católica de Moçambique (UCM), centro de Ensino à Distância.
Cerca de 14 mil estudantes foram “beneficiados” pela fraude, tendo obtido excelentes resultados. Os detidos admitem o envolvimento no desvio do material.
Dadas as elevadas notas que parte considerável dos cerca de 14 mil  estudantes obteve - nos diferentes centros não só em Sofala, como Manica e Zambézia,  alguns com 20 valores em mais de cinco disciplinas, entre elas Matemática e Português, - a UCM iniciou imediatamente uma investigação e conclusões preliminares indicaram claramente que houve fraude e os exames foram anulados.
A instituição agendou, a partir do dia 20 deste mês, a realização de outros exames e apela aos estudantes a não se envolverem em esquemas.
“Convidamos os estudantes a se distanciarem de actos fraudulentos, porque as medidas já são conhecidas”, exortou o vice-reitor, Armindo Tambo.
Se se provar a culpa, em tribunal, os indiciados poderão cumprir penas que variam de dois a oito anos de prisão.

Fonte: O País – 10.01.2017

domingo, setembro 20, 2015

Povo moçambicano deve exigir explicações sobre persistente tensão política, diz reitor da Universidade Católica

O reitor da Universidade Católica de Moçambique (UCM), Alberto Ferreira, defendeu, em entrevista à agência Lusa, que os moçambicanos precisam reagir à instabilidade do país e exigir explicações aos principais actores sobre a persistente tensão política.
"Os moçambicanos não têm nenhuma ideia do que está a acontecer. E não há reacção por parte dos moçambicanos, para dizer, ‘por favor nós somos cidadãos deste país e vocês [Governo e Renamo] estão a discutir os problemas que têm a ver com as nossas vidas, digam-nos lá do que estão a falar e porque é que não se chega a nenhuma conclusão'", disse Alberto Ferreira.
Considerando que o nível de cidadania e de conhecimento dos direitos é crucial, Alberto Ferreira acusou o Governo e a Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), principal partido da oposição, de negarem informação aos moçambicanos sobre o que está por trás das repetidas derrapagem do diálogo politico e os avanços e recuos na aproximação entre as partes.
"Faltando isso, ficamos cá só à espera que se chegue ao consenso de que vale a pena resolver o problema de casa por meios pacíficos, ou então não vale a pena e vai eclodir de novo uma guerra civil", observou Alberto Ferreira, insistindo que a reação natural dos moçambicanos seria exigir explicações.

segunda-feira, janeiro 30, 2012

GDI retoma hoje debates sobre revisão da Constituição da República

A reabertura dos debates será na Universidade Católica de Moçambique, na cidade de Nampula, numa palestra a ser dirigida pelo docente universitário e constitucionalista Gilles Cistac.
O Instituto de Governação e Desenvolvimento (GDI – sigla em inglês) retoma, hoje, na província de Nampula, os debates sobre a revisão da constituição, no âmbito da participação da sociedade civil nessa matéria.
Desde o lançamento do debate pelo partido Frelimo, o GDI tem-se destacado nessa matéria, tendo já avançado com a publicação de um livro sobre o assunto e a sua proposta de texto da revisão constitucional, ano passado, na cidade de Maputo, um evento que contou com a participação de várias personalidades.
Hoje, a primeira palestra de 2012 terá lugar na Universidade Católica de Moçambique (UCM), na Cidade de Nampula (Norte do país), onde tomará as rédeas o professor universitário e constitucionalista Gilles Cistac. Aliás, Cistac é um dos consultores do GDI que trabalhou no projecto.

Fonte: O País - 30.01.2012

Reflectindo: Este GDI é o mesmo que o Governance and Development Institute?