Assim, com a uniformização do tempo de prisão para Meshack Malele, Thamsanqa Ngema, Percy Mnisi, Bongani Kolisi, Sipho Ngobeni, Lungisa Gwababa, Bongamusa Mdluli e Linda Sololo, todos antigos membros da Polícia sul-africana, chega ao fim um dos mais longos processos de julgamento que a África do Sul conheceu nos últimos tempos, escreve hoje o Notícias de Maputo.
Já em Agosto último o juiz Bert Bam, que presidiu às sessões de julgamento deste processo, havia declarado culpados todos os réus no crime de homicídio qualificado na pessoa do taxista, tendo inclusive ordenado na altura a prisão imediata dos acusados.
O juiz justificou a aplicação dos 15 anos de cadeia para cada um com o facto de todos eles terem participado na brutal tortura que culminou com a morte daquele moçambicano. Para ele, a pena só não foi de prisão perpétua ou de 25 anos de cadeia como chegou a ser aventado, porque todos eles são réus primários.




