Polícia inicia ladainha do “estamos a trabalhar”
- A ocorrência acontece numa altura em que o grupo dos
antigos secretas do governo continua a reunir-se duas vezes por semana para
concertar posições
Naquilo que pode ser mais um caso de “queima de
arquivo”, foi assassinado na madrugada de sexta para sábado, o cidadão Inlamo
Ahamada Ali Mussa, figura que, apesar de marginalizada, ainda pertencia aos
quadros operativos dos Serviços de Informação e Segurança do Estado (SISE). Sem
medo e sempre na perspectiva de exigir os direitos que dizia estarem-lhe a ser
negados por parte do governo, Inlamo Mussa vinha sendo, nos últimos 10 anos,
uma pedra no sapato do executivo de Maputo.
Inlamo Mussa denuncia tudo e todos, particularmente o
comportamento dúbio e promíscuo de altas patentes das Forças de Defesa e
Segurança (FDS), com especial atenção para os Serviços de Informação e
Segurança do Estado.




