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segunda-feira, maio 02, 2016

HRW pede investigação ao caso dos cadáveres encontrados na Gorongosa

A organização Human Rights Watch (HRW) apelou hoje às autoridades moçambicanas para que se desloquem ao local onde foram encontrados cadáveres e investiguem o caso, lembrando-lhes que "semeiam dúvidas" quando desmentir é a sua primeira reacção.

Os responsáveis "semeiam dúvidas quando a primeira reacção deles é desmentir a existência de um problema. A impressão que nós temos, como observadores externos, é que se desmentem estão a esconder alguma coisa", disse a investigadora da Human Rights Watch para Moçambique.

Em entrevista telefónica à Lusa, Zenaida Machado deixou um apelo às autoridades moçambicanas: "Que deixassem de falar a partir das capitais distritais para a imprensa e se deslocassem ao local e fizessem uma investigação independente, profissional sobre a origem daqueles corpos na mata".

domingo, fevereiro 28, 2016

Refugiados reiteram que fogem da perseguição, tortura e execuções sumárias

Acções protagonizadas por elementos das FDS

HRW exige que o governo moçambicano investigue seriamente o assunto, ao mesmo tempo que apela as autoridades malawianas a conceder asilo aos refugiados.

Segundo se sabe, as FDS acusam aquelas populações de serem membros, ou então, simpatizantes e apoiantes da Renamo. E esta perseguição está a acontecer não só em Tete, mas sim, em vários outros cantos do país. Aliás, no fim da semana passada, o acampamento da Euromoz foi assaltado pelas Forças de Defesa e Segurança e os trabalhadores torturados. O local ficou temporariamente ocupado pelas FDS. 

Ler mais no MédiaFax de 26.02.2016

terça-feira, outubro 15, 2013

HRW censura UA

A Organização Não Governamental (ONG) de defesa dos direitos humanos, Human Rights Watch (HRW), acusou os líderes africanos de comprometerem a Carta da União Africana (UA) sobre os direitos humanos, ao decidirem que nenhum líder em exercício deverá comparecer num Tribunal Internacional.

No quadro destas decisões tomadas sábado durante a sua cimeira extraordinária realizada em Addis-Abeba (Etiópia), os líderes africanos solicitaram o adiamento dos casos relativos aos chefes de Estado do Quénia e do Sudão, Uhuru Kenyatta e Omar al-Bashir, respectivamente, no Tribunal Penal Internacional (TPI).