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sexta-feira, novembro 13, 2015

EUA negam proibição de venda de dólares a Angola

Segundo comunicado da Embaixada dos Estados Unidos em Angola, "não existe nenhuma regulamentação" por parte do governo americano "que proíba a venda de dólares a Angola".
"O acesso de Angola a dólares", explica o comunicado, "depende de decisões económicas tomadas por bancos privados a nível mundial. As trocas comerciais legítimas entre os nossos países são importantes e estas dependem do acesso lícito à moeda. Os nossos dois governos têm estado a trabalhar juntos para aumentar a capacidade, a nível local e internacional, de combate a branqueamento de capital e financiamento ao terrorismo ao mesmo tempo que procuramos estabelecer laços comerciais ainda mais forte entre ambos países."
Este esclarecimento acontece na sequência de notícias alertando para uma decisão da Reserva Federal dos Estados Unidos, negada pelo comunicado acima, de que a Reserva teria suspendido a venda de dólares a bancos sediados em Angola por sistemática violação das regras de regulação do sector e suspeita de que o país possa estar a financiar redes de terrorismo.

sexta-feira, outubro 10, 2014

Participação de MBS no jantar de Nyusi pode acarretar implicações legais

Designado Barão de Drogas pelos Estados Unidos da América

O África Confidential, uma publicação de especialidade sobre os assuntos políticos e económicos do continente negro, coloca fortes probabilidades de a participação do empresário moçambicano Mohomed Bachir Sulemane (MBS) no jantar de angariação de fundos do candidato da Frelimo poder resultar em implicações legais no que toca à relação entre os Estados Unidos e o próximo governo moçambicano, caso o candidato da Frelimo saia vencedor na votação de 15 de Outubro.

O governo dos Estados Unidos da América designou, em Junho de 2010, Mohamed Bachir Sulemane como Barão de Droga Internacional, tendo, em virtude desse facto, impedido todos os seus parceiros de terem qualquer relação comercial com o acusado.O empresário moçambicano sempre negou a acusação, mas os Estados Unidos nunca retiraram a sua acusação por entenderem que a declaração só foi pública depois de confirmarem as suas suspeitas.