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quarta-feira, dezembro 27, 2017

Conferência de imprensa do Presidente do Partido #MDM#Daviz_Simangosobre o #Balanço_do_ano_2017

1. II_CONGRESSO_DO_MDM
São 8 anos de História do #MDM. História que rompeu as algemas da política em nosso país, provando que, sim, é possível pensar e agir de forma democrática.
Celebramos em Nampula no II Congresso o fortalecimento da democracia interna, contribuição da cidadania, coesão e união interna, consolidação do Partido.
Juntamos numa só sala delegados ao Congresso vindos de todos distritos do país, da diáspora, partidos amigos ideológicos e convidamos partidos moçambicanos com representação parlamentar.

2. PAZ
O ano começou com a trégua que se estendeu por tempo indeterminado. Pensamos que permitiu supostos progressos, embora não existam detalhes, em que foi anunciado que os documentos sobre a descentralização, a desmobilização, o desarmamento e a reintegração serão remetidos à Assembleia da República. Algo que não aconteceu até a data do fecho das portas da casa do povo.
Estamos frustrados porque a lei orgânica dos governos provinciais, a lei das finanças províncias num figurino diferente do actual devia estar em marcha e aprovado antes da convocação das eleições gerais em Abril de acordo com a CR.
A visão sobre o processo de paz, reconciliação nacional e estabilidade tem um cheque em branco, que se chama exclusão.

quarta-feira, maio 17, 2017

Nyusi visita Reino dos Países Baixos

O Presidente da República, Filipe Nyusi, efectua, de amanhã até sexta-feira, uma visita oficial ao Reino dos Países Baixos, no quadro do aprofundamento das relações de amizade e solidariedade entre as duas nações.
Durante a visita, o Presidente Nyusi será recebido em audiência pelo Rei Willem-Alexandre e vai manter conversações oficiais com o Primeiro-Ministro holandês, Mark Rutte. O Chefe do Estado moçambicano vai igualmente manter encontros com diversos governantes do Reino dos Países Baixos, parlamentares, senadores, membros da Câmara dos Deputados, visitar instituições científicas, financeiras, empreendimentos socioeconómicos, para além de participar no Fórum de Negócios Moçambique-Holanda. O Presidente da República far-se-á acompanhar pela Esposa, Isaura Ferrão Nyusi; pelos Ministros dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Balói; dos Transportes e Comunicações, Carlos Fortes Mesquita; das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Carlos Bonete Martinho e pelo Vice-Ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa. Para esta deslocação o Chefe do Estado convidou ainda o Presidente do Município da Cidade da Beira, Daviz Simango, que irá participar em alguns encontros de carácter económico.

Fonte: Jornal Notícias – 16.05.2017

sábado, março 08, 2014

Daviz Simango explica sobre o ele eleitorado do MDM

O MDM surgiu em 2009, mas o seu embrião surgiu em 2008 quando concorreu na Beira. Nesta autarquia concorreu também a Frelimo e a Renamo.
Os dois perderam. Em 2008 a Renamo concorreu nas 43 autarquias e perdeu em todas. Nas gerais de 2009, a Frelimo e a Renamo perderam na Beira. Nas intercalares de 2011, o MDM venceu em Quelimane onde a Renamo nunca venceu. Em 2013, o MDM ganhou também em Nampula e Gurué onde a Renamo nunca venceu. Em Maputo, o máximo de assentos da oposição não chegavam a 10 e o MDM conseguiu 27. O mesmo replicou-se noutras autarquias.
Então não há que dizer que o MDM ganhou porque as pessoas estão revoltadas com a Frelimo ou é o eleitorado da Renamo. O MDM trabalhou para tal, apresentou os melhores candidatos, mostrou serviço, fez campanha e mobilizou eleitores.


In SAVANA, edição 1052 de 07.03.2014

terça-feira, fevereiro 11, 2014

MDM repudia “bipolarização” da lei eleitoral e da Comissão Nacional de Eleições

O presidente do MDM, Daviz Simango, disse hoje em entrevista à DW África repudiar o que considera a “bipolarização de decisões em relação à lei eleitoral”, depois de RENAMO e Governo informarem ter chegado a um consenso.
Na segunda-feira (10.02), o Governo da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) e a Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), considerada a principal força da oposição, alcançaram um consenso sobre a composição da Comissão Nacional de Eleições, depois de vários meses de negociações, um impasse que levou à escalada de violência, principalmente, na zona centro do país.