Mostrar mensagens com a etiqueta Carlos Jeque. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Carlos Jeque. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, outubro 10, 2014

CARLOS JEQUE MANIFESTA APOIO A RENAMO

O ex-Presidente do Conselho de Administração (PCA) das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), Carlos Jeque, disse não ser do maior partido da oposição, a Renamo, mas que apoia a candidatura daquele antigo movimento rebelde e do seu candidato Afonso Dhlakama, nas eleições gerais e provinciais de 15 de Outubro próximo.

Falando hoje, em Maputo, durante a conferência de Imprensa que ele próprio convocou, Jeque garantiu que, embora não seja membro da Renamo, levou 15 anos para conseguir a coragem em apoiar antigo movimento rebelde.

quinta-feira, julho 03, 2014

Tacho and resignação de membro da Frelimo

Reagindo sobre a resignação de Carlos Jeque e António Jorge Frangoulis de condição de membros da Frelimo, um dos membros do G40 diz que o razão é de eles terem perdido o tacho e não da militância em si. Na verdade, o G40 refere-se dos que se resignam de membros do Partido Frelimo depois de terem sido exonerados de postos de liderança. Contudo, o ex-Bastonário da Ordem dos Advogados, Gilberto Correia, coloca-lhe a questão da outra forma: Quando se sai de um outro Partido para entrar na Frelimo é normal e quando se sai da Frelimo para outro Partido é busca de tacho? E eu dou exemplos de Almeida Tambara, Álvaro Chale, Raimundo Samuge, Policarpo Matiquite que abandonaram a Renamo para se filiarem à Frelimo.

quinta-feira, junho 12, 2014

Mexida nas Linhas Aéreas de Moçambique

Carlos Jeque já não é Presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa pública Linhas Aéreas de Moçambique (LAM). 
A decisão foi tomada na noite de ontem e formalizada, há momentos, em reuniãom da Assembleia Extraordinária.

Fonte: Folha de Maputo - 12.06.2014

quinta-feira, junho 27, 2013

Mentir é feio! (repetição)

A lista de puxa-sacos vai ficando longa

( Edwin Houinnou, Tribuna Fax, 26/08/09 )

Por Edwin Hounnou

No programa da Rádio Moçambique, “Esta Semana Aconteceu”, de 22 de Agosto, em que pontificavam como comentadores o jornalista Gustavo Mavie, director da Agência de Informação de Moçambique, e o jurista Carlos Jeque, funcionário do Banco de Moçambique. O tema em discussão era se tem ou não razão os que dizem que, no Estado, a indicação para cargos de chefia obedece a critérios políticos, portanto, discriminatória.
Disseram que não, enquanto a nomeação se baseia na militância partidária e não em função da capacidade técnico-científica. Há pessoas sem qualidades técnico-científicas ocupando altos postos de direcção pelo facto da sua militância no partido governamental. Conhecem-se técnicos bem qualificados, mas, a vegetar por não puxarem pela Frelimo.  Leia o texto e comentário aqui.

quarta-feira, janeiro 09, 2013

ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS: O desafio político para 2013

AS eleições autárquicas, a terem lugar em Outubro próximo no país, constituem o grande desafio político, sobretudo para os três maiores partidos, nomeadamente Frelimo, Renamo e Movimento Democrático de Moçambique (MDM).

Esta convicção foi manifestada pelo jurista e político Carlos Jeque, numa entrevista concedida ao “Notícias”, na qual, para além dos desafios políticos do presente ano, faz uma resenha daquilo que foram os acontecimentos que marcaram o ano 2012.  
Sobre as acções que marcaram o ano passado Carlos Jeque não tem dúvidas que foi a realização do X Congresso da Frelimo que, segundo ele, criou uma nova correlação de forças internas, com o presidente do partido, Armando Guebuza, a consolidar o seu poder no seio do partido; e a realização do primeiro congresso do MDM que, referiu, veio confirmar a percepção de que se trata da terceira maior força política nacional, cujos dirigentes sabem o que querem e onde pretendem chegar. De seguida acompanhe os extractos mais significativos da referida entrevista:

segunda-feira, janeiro 02, 2012

Congresso da Frelimo vai definir futuro do país – analista Carlos Jeque, na antevisão do corrente ano 2012

O ANALISTA política Carlos Jeque considera que o ano corrente de 2012 é de grande expectativa na arena política nacional devido à realização do X Congresso do partido Frelimo, um encontro que, para além de marcar os 50 anos da organização política que governa o país há mais de 30 anos, vai determinar ou não uma nova liderança para este partido histórico nacional, bem como no que respeita à condução dos destinos do país após as eleições

domingo, janeiro 04, 2009

O povo da Beira sabe o que quer

O analista político e jurista Carlos Jeque, na imagem, afirmou numa entrevista ao Jornal Notícias que estava convicto que Daviz Simango iria vencer porque o povo da Beira é especial, determinado e sabe o que quer.

NOT. – Porquê essa convicção?

C.J. – Porque o povo da Beira é especial. É diferente dos outros povos moçambicanos. É um povo muito determinado. Os cidadãos da Beira sempre souberam o que queriam; queriam um Daviz Simango jovem dinâmico, que tinha tido um alto desempenho. Os outros candidatos mereciam simpatia, mas, naturalmente, não iriam ter o voto de confiança do povo da Beira... de forma alguma. E pesa, também, a favor de Daviz Simango a sua própria origem e o que se começou a desenhar à volta dele, criando-se um certo carisma, ao mesmo tempo que se desenhava a possibilidade de ele apresentar o potencial de vir a ser a segunda figura da Renamo, com poderes suficientes de conduzir os destinos da oposição, com a consciência de que havia necessidade de se reforçar a liderança da Renamo. Daviz Simango tinha de continuar com a presidência do Conselho Municipal para ter a força suficiente de progredir com os outros projectos políticos...
NOT. – Alguns analistas políticos consideram que não deverá ser fácil este grupo, [que exige a renovacão da Renamo] composto maioritariamente pela chamada “ala académica” da Renamo, conseguir lograr o objectivo de retirar Afonso Dhlakama da liderança da Renamo devido ao facto de este ser militar e ter gerido o partido com métodos ditatoriais. Consideram ainda que as bases do partido, na sua maioria compostas por ex-guerrilheiros e população vivendo nas zonas rurais, não deverão facilitar essa missão.

C. J. – É falso.. Às vezes, as pessoas pensam que o mundo rural pensa pouco e nós que estamos nas grandes cidades somos os mais esclarecidos. Julgam ainda que os do campo são pouco letrados... mas a capacidade de raciocínio nada tem a ver com o analfabetismo, é um dom natural. Afonso Dhlakama neste momento nada tem estado a fazer para mudar o curso dos acontecimentos. O actual Presidente da República, Armando Guebuza, quando foi eleito Secretário-Geral da Frelimo, andou por todos os distritos, passou pelas zonas mais recônditas do país, incluindo em lugares onde estão os militantes e simpatizantes da Renamo. Eleito Presidente da República, em quatro anos já percorreu o país de lés-a-lés, pelo menos umas três vezes e entrou em contacto com os militantes e simpatizantes da Renamo. E o discurso do Chefe do Estado é aglutinador; não é de segregar os membros e simpatizantes da Renamo nas zonas rurais. Ele aposta nas zonas rurais, querendo dar apoio a todos e, é natural que, à medida que as necessidades dessas pessoas vão sendo satisfeitos ou pelo menos vão vendo que é possível haver uma alteração para melhor, com este Presidente da República, é natural que este ano dêem o seu voto de confiança a ele e ao seu partido mais uma vez. Por outro lado, isso acontece porque ninguém vai lá analisar o trabalho que está a ser feito pelo Presidente da República; ninguém vai ver, efectivamente, o que o Presidente da República está a fazer e se está a fazer para todos ou não; se o que o Presidente está a fazer vai consolidar o desenvolvimento económico ou não das zonas rurais, dos distritos, a médio ou longo prazo ou são acções para um período de interesse político determinado mas que não consolida as instituições. Leia +

Fonte: Jornal Notícias