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sábado, novembro 05, 2016

PREVENÇÃO DE CONFLITOS ELEITORAIS: CNE deve ser mais comunicativa

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) deverá estar em permanente contacto com todas as partes interessadas nos processos eleitorais para explicar cada etapa de preparação e realização dos sufrágios no país.
A recomendação foi deixada esta semana pelos oradores dos painéis de formação dos membros do órgão eleitoral em matérias de prevenção, gestão e resolução de conflitos eleitorais realizado há dias na cidade de Maputo.
Trata-se de Brazão Mazula, primeiro presidente da CNE, e de Kwadwa Afari-Gyan, antigo presidente da Comissão Eleitoral do Gana.

quarta-feira, setembro 16, 2015

Brazão Mazula: “Balas militares só matam pessoas inocentes e não matam a crise”

O académico Brazão Mazula avisou na passada terça-feira, na cidade da Beira que "as balas militares só matam pessoas inocentes e não matam a crise", apelando para a paz e que não se subestime a actual crise política.
"Estamos a viver uma crise que não deve ser menosprezada e minimizada, e todos devemos fazer tudo para evitarmos as balas militares que só matam pessoas inocentes e não matam a crise", afirmou na cidade da beira o antigo reitor da Universidade Eduardo Mondlane, durante uma conferência alusiva aos 20 anos da Universidade Católica de Moçambique.
Brazão Mazula recordou o Acordo Geral de Paz, assinado em 1992 pelo Governo e pela oposição da Renamo e que colocou fim a 16 anos de guerra civil, inaugurando um período que se esperava de uma paz duradoura.

segunda-feira, junho 23, 2014

Brazão Mazula: “O país está em guerra sim, haja coragem de assumir”

O académico Brazão Mazula, que foi reitor da Universidade Eduardo Mondlane e também Presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), disse em entrevista exclusiva ao Diário da Zambézia que o país está em guerra.

sábado, junho 22, 2013

Em Moçambique, académicos pedem ao Governo para que apoie os esforços de diálogo


RAMOS MIGUEL - MAPUTO — Em Moçambique, académicos pedem ao Governo para que se humilhe pelo povo e apoie os esforços de diálogo e faça a sua parte para acabar com o sofrimento do povo, por causa de ataques como os de Muxungoe e Dondo, na provincia de Sofala.

quarta-feira, março 28, 2012

Mina de ouro de Brazão Mazula invadida por garimpeiros ilegais

Perto de três mil pessoas, entre homens e mulheres, estão desde finais do mês de Fevereiro envolvidas na exploração ilegal de ouro na mina Brazão Mazula, no povoado de Marins, distrito de Moma em Nampula.
Segundo escreve o jornal Diário de Moçambique (DM), os referidos garimpeiros invadiram a área depois que um grupo de jovens locais decidiu avançar por um ensaio quanto à existência ou não de recursos minerais próxima do Rio Mikikisa ao que acabou sendo uma realidade.

Hoje e mercê das potencialidades, a região constitui um verdadeiro atractivo para os homens do garimpo, facto que leva a convergirem em Marins muitos indivíduos, entre nacionais e estrangeiros.
O curioso, segundo ainda o DM, é a forma como a informação quanto às potencialidades da mina se propagou e indivíduos ligados ao comércio informal até já avançaram com a instalação de barracas, embora de construção precária, para oferecer serviços de primeira necessidade aos mineiros.

quarta-feira, outubro 06, 2010

Exclusão social pode pôr em risco a paz e a estabilidade social em Moçambique

Defende o académico e antigo reitor da UEM, Brazão Mazula

A ideia foi defendida, igualmente, pelo antigo ministro das Finanças, Magid Osman. Para estes, a exclusão social é o principal factor de instabilidades e conflitos sociais.
A exclusão social é apontada como um desafio a ultrapassar em Moçambique para se atingir uma paz efectiva a nível político, social e económico. Esta tese foi defendida, esta semana, pelo académico e antigo reitor da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), Brazão Mazula, falando para uma plateia composta por académicos, estudantes e alguns membros do Governo, numa palestra sobre a prevalência da paz em Moçambique.

terça-feira, dezembro 15, 2009

Brazão Mazula e as fraudes eleitorais


Segundo o O País online, na sua edição de hoje e pelo trabalho de Bernardino Conselho, (veja aqui) Brazão Mazula, Presidente do Observatório Eleitoral, afirmou que “os maiores culpados pelas fraudes que ocorrem são os partidos da oposição, que ao invés de solidificar fazem o inverso a cada ano que passa, devido à desorganização interna dos mesmos.”

Reflectindo: é uma afirmação espantosa, ainda se de facto foi proferida pelo Prof. Doutor Brazão Mazula, Presidente do Observatório Eleitoral e antigo Presidente da Comissão Nacional das Eleições. As fraudes eleitorais em Moçambique têm nada a ver com a desorganizanização dos partidos da oposição e quiçá o alto nível de organização do partido no poder? Como?