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quinta-feira, janeiro 19, 2017

DOIS PRESIDENTES PARA AQUELE PAÍS PEQUENO?


O novo presidente gambiano, Adama Barrow, prestou juramento na tarde desta quinta-feira, na embaixada da Gâmbia no Senegal, durante uma cerimónia oficial, após a expiração do mandato do chefe do Estado cessante Yahya Jammeh, que se recusa a ceder-lhe o poder, noticiou a AFP.
Barrow prestou juramento pouco antes das 17h00 locais, perante o presidente da Ordem dos advogados da Gâmbia Sherif Tambadou, na presença de inúmeras personalidades das organizações internacionais e regionais.

Fonte: Angola Press – 19.01.2017

segunda-feira, janeiro 16, 2017

Gâmbia: Presidente eleito recebido em Dakar

A Agência de Notícias Senegalesa (APS) anunciou ter sabido "de fontes oficiais" da chegada ao Senegal do Presidente eleito da Gâmbia, Adama Barrow, à madrugada de domingo.
Segundo a APS, o Presidente senegalês, Macky Sall, aceitou acolher Barrow até 19 de Janeiro de 2017, dia da sua investidura na Gâmbia, a pedido do seu homólogo da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, presidente em exercício da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).
A decisão foi tomada à margem da cimeira África-França que terminou sábado, na capital maliana, Bamako.
A situação política na Gâmbia foi discutida pelos chefes de Estado presentes na cimeira de Bamako onde estava igualmente presente Adama Barrow.

terça-feira, dezembro 06, 2016

GÂMBIA: PRESIDENTE ELEITO LIBERTA PRISIONEIROS POLÍTICOS

As autoridades gambianas libertaram segunda-feira Ousainou Darboe, líder do Partido Democrático Unido (UPD), a maior formação política da oposição, e 18 outros membros condenados a três anos de prisão em Julho último.

A sua libertação acontece dias depois da eleição de Adama Barrow que pôs fim a 22 anos de governação de Yahya Jammeh.

Eles foram libertos sob fiança por um tribunal de recurso depois de uma audição na tarde de segunda-feira e deverão ser absolvidos inteiramente como parte de uma promessa feita pelo presidente eleito de libertar todos os prisioneiros políticos.

Estes membros da oposição foram presos em Abril por decisão do Tribunal Supremo em Banjul acusados de reunião ilegal, incitamento à violência e conspiração. A sua detenção ocorreu depois de uma manifestação que exigia reformas políticas e contra a morte de um membro sénior da UDP na prisão.